quarta-feira, 15 de outubro de 2014

A seleção natural de um time

Saudações galera!

Hoje, pra dar continuidade à história, vou falar sobre o pilar que sustenta atualmente meu negócio: Pessoas! 

Escrever esse blog tem me trazido algumas surpresas muito boas. Uma delas foi receber notícias de um amigo pelo facebook, que há tempo não tinha notícias.
O Rogério, dono do Delicacy, um restaurante que atendi por seis meses como vendedor da Sadia, me chamou no chat pra parabenizar sobre o blog. Pra quem não conhece, é um restaurante por quilo, aconchegante, que ganha sempre os prêmios da Veja - Comer & Beber.
Mas e aí? Por qual motivo comecei contando essa história? E a academia?
Coincidentemente, lá foi onde eu fiz minha uma das mais importantes identificações com os negócios (na verdade, mais com o modo como o Rogério conduzia o restaurante dele). Mais especificamente, na gestão de pessoas.

Toda segunda-feira, próximo ao horário de almoço, eu entrava direto aos fundos do restaurante e via esse cara pra lá e pra cá, sempre sorridente, coordenando o backstage da refeição de diversos executivos que vinham de toda a região dos Jardins e Avenida Paulista. 
O que me chamava mais a atenção era o modo com que ele conduzia essa correria: Tratava todos os seus funcionários como amigo!
" - Poxa, então existe uma forma de gerenciar equipes, sem o uso da rigidez e da imposição."
Me identifiquei, e entendi que de certa forma, esse seria o modo que eu conduziria uma equipe. Não via em mim o perfil de gestor carrasco.

Tratar as pessoas bem e de forma empática, foram coisas que aprendi dentro de casa. Se posso usá-las para liderar pessoas, já tinha um ponto forte desenvolvido.

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Hoje meu pilar de sustentação na academia, sem sombra de dúvidas, é a minha equipe. Não consigo identificar diferenciação melhor no meu serviço que o atendimento.

Técnica ou pessoalmente, tenho um grupo de pessoas com características únicas. Nenhuma semelhante à outra. Como diversas partes assimilares, que quando juntas formam um círculo.

Sempre deixei claro que o que eu espero deles está dentro de 3 frentes: 

1. Técnica - Saber executar sua função, da forma mais básica possível;
2. Relação com os alunos - Trate-os como espera ser tratado em qualquer outro estabelecimento comercial;
3. Relação entre nós - Somos indivíduos, temos pontos fortes e fracos, somos passíveis de melhoria e todos temos um sonho. Coloque-se sempre no lugar do seu companheiro de trabalho.

Esperar que todos ajam da mesma forma, em todas as situações é utópico. Apenas considero que todo mundo é superior a mim em alguma coisa. Nessa particularidade espero sempre aprender e me desenvolver. Do contrário, o ajudo em seu desenvolvimento.

Já errei, já troquei, já briguei, já engoli diversas vezes palavras mesquinhas para não me exaltar no calor do momento. Mas nunca julguei diretamente alguém certo ou errado, julguei apto a estar dentro ou fora do círculo que queria criar.

Hoje tenho esse círculo. E, falo com orgulho desse círculo de trabalho. 

Dentro dele tenho expoentes que se destacam de diversas formas: Na energia, no sorriso, na sinceridade, na organização, na forma de sonhar, na dedicação, na abdicação, na pressa e na calma, na força e na delicadeza.

Pois então, foi tratando todos muito bem, que o filtro natural do universo me deu uma equipe pronta. Pronta pra criar os processos mais produtivos na geração de valor. No caso, gerar valor dentro de uma academia.

Falando em gerar valor... Tá aí um cara que me identifico, e tem movido multidões a pensar melhor sobre ser dono de seu próprio negócio: Flávio Augusto da Silva (canal Geração de Valor).




Grande abraço!!!





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